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Leon Bennett/Getty Images, Kevin Mazur/Getty Images for Fenty Beaut

Rihanna mostrou toda a sua integridade perante à NFL. Segundo relatórios da US Weekly, Riri recusou se apresentar no show de intervalo do Super Bowl em apoio ao quarterback, Colin Kaepernick.

Em 2016, o jogador de 30 anos provocou uma série de manchetes e reações diversas após ter se ajoelhado, durante o hino nacional dos Estados Unidos, em protesto pacífico contra a brutalidade policial e a desigualdade racial que ocorre em todo o país.

O protesto estimulou debate, com críticos, como o presidente Donald Trump, pedindo que qualquer um que se ajoelhasse fosse demitido. Em outubro de 2017, Kaepernick apresentou uma queixa contra a NFL.

Colin Kaepernick

Michael Zagaris/San Francisco 49ers/Getty Images

Já em maio, o comissário da NFL, Roger Goodell, anunciou uma nova política da qual se espera que todos os membros da liga e das equipes estejam em pé e "mostrem respeito" pela bandeira e pelo hino. Aqueles que escolherem não ficar, podem ficar no vestiário, mas o clube acabará sendo multado.

De acordo com a US Weekly, os organizadores ofereceram o show à Rihanna, mas ela se recusou em apoio a Kaepernick.

"Eles ofereceram a ela, mas ela disse não por causa da controvérsia sobre ficar de joelhos", disse uma fonte à revista. "Ela não concorda com a postura da NFL".

Já segundo o Entertainment Tonight, Pink também era uma das opções, mas as negociações supostamente demoraram demais.

Desde então, o E! News informou que o show de intervalo do Super Bowl será da banda Maroon 5.

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