Madonna

Christopher Polk/Getty Images

"Antes tarde do que nunca" é uma frase que pode se encaixar muito bem aqui.

Talvez seja isso que os executivos da VGM, uma companhia de Delaware, estivessem pensando quando entraram com uma ação, na quarta-feira, 11, contra Madonna e sua gravadora por Vogue, hit de 1990, alegando que a cantora usou partes de uma composição chamada Love Break, que foi lançada em 1977.

No documento, a companhia alega que partes de Love Break foram copiadas em Vogue e em suas várias "misturas, remixes, vídeos, versões do YouTube" etc, e que são várias, mas estão intencionalmente escondidas.

O produtor musical Richard Pettibone, que foi originalmente contratado pela VMG para remixar várias edições de Love Break e depois trabalhou em Vogue, também é mencionado no processo, e a companhia afirma que Pettibone "intencionalmente disfarçou as partes que usou em Vogue".

"As amostras não autorizadas foram deliberadamente escondidas em ‘Vogue' para evitar que fossem detectadas. Foi só quando a VMG procurou especificamente por amostras, com a tecnologia de 2011, que elas foram confirmadas", disse a empresa.

A companhia alega que deu a WB Records e a Madonna um aviso de violação de direitos autorais em julho de 2011 e de novo em fevereiro de 2012.

A VMG está pedindo indenização pelos lucros atribuídos ao material.

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