Felipe Prior não é indiciado por estupros após conclusão de inquérito

O ex-BBB 20 foi acusado de crimes sexuais por três mulheres após deixar o reality show global, em abril.

por Sally Borges 06 ago, 2020 14:58Tags
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Felipe Prior não foi indiciado pelas denúncias de três mulheres que o acusaram de dois estupros e tentativa de estupro. O inquérito policial envolvendo Prior foi concluído na terça-feira, 4, pela 1ª Delegacia de Defesa da Mulher de São Paulo.

Em abril deste ano, o ex-participante do BBB 20 foi acusado de cometer crimes sexuais contra três vítimas, mais precisamente em 2014, 2016 e 2018.

De acordo com o G1, o inquérito voltou para a DDM, a pedido do Ministério Público, no dia 10 de julho, para novas diligências. Uma nova testemunha foi ouvida, no entanto, o inquérito foi novamente concluído e encaminhado para o MP, que pode agora arquivar ou não a investigação dos casos. 

"A verdade sempre vai prevalecer", comemorou Edmir Prior, pai de Felipe, ao veículo.

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Em nota, a advogada do arquiteto, Carolina Pugliese "destaca que a defesa sempre acreditou na inocência de Felipe Prior iria se sobrepor a qualquer outra circunstância no curso das investigações".

"O trabalho criterioso e responsável da delegada, Maria Valéria Pereira Novaes, e sua equipe, permitiu que o acusado apresentasse as provas necessários e imprescindíveis durante o inquérito policial. O que nós esperamos agora é que o caso seja encerrado para que a justiça se restabeleça e o Felipe Prior retome o curso normal de sua vida".

Maíra Machado Frota Pinheiro e Juliana de Almeida Valente, advogadas de defesa das mulheres que fizeram as denúncias, disseram que "repudiam as conclusões da polícia formuladas no relatório final, por entendermos que elas não refletem o conjunto de provas que confirma os relatos das mulheres. Nenhuma das testemunhas de defesa foi capaz de refutar diretamente esses relatos".

"Somente uma crença infundada em teorias da conspiração explica o relato de quatro mulheres, confirmado por testemunhas, documentos e laudo pericial, ser desconsiderado apenas porque o agressor negou a prática dos crimes. Nenhuma mulher se beneficia de denunciar um estupro".

As advogadas informaram ainda que aguardam a manifestação dos promotores do MP.