Donald Trump diz que EUA não vai pagar por segurança de Meghan e Harry

O presidente revelou que o país não vai arcar com os custos de proteção do casal agora que eles vivem nos EUA

por Corinne Heller | Traduzido Por Miriam Kaibara | 30 mar, 2020 16:26Tags
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Meghan Markle e Príncipe Harry, que compartilharam dicas para a quarentena do coronavírus, não terão apoio dos Estados Unidos no quesito segurança. Segundo Donald Trump, o país não vai pagar pelos custos de proteção a Meghan e Harry agora que eles vivem em terras americanas.

Uma fonte disse ao E! News que o casal voou para os EUA na última quinta-feira, 26, e estão em uma grande casa na área de Los Angeles, onde ela nasceu e foi criada. O casal e o filho Archie Harrison tinham passado os últimos meses no Canadá, após anunciarem a renúncia de seus cargos reais. 

"Eu sou um grande amigo e admirador da Rainha Elizabeth e do Reino Unido. Notícias afirmam que Meghan e Harry, que deixaram a realeza iriam residir permanentemente no Canadá. Agora eles deixaram o Canadá pelos Estados Unidos, mas apesar disso, os EUA não vão pagar pela segurança e proteção deles", disse Trump no Twitter nesse domingo, 28. "Eles devem pagar!", afirmou o presidente. 

"O Duque e a Duquesa de Sussex não têm planos de pedir ao governo americano por recursos de segurança. Acordos de segurança com financiamento privado já foram feitos", disse um porta-voz do casal em comunicado à imprensa britânica após tuíte de Trump. 

Durante seu tempo no Canadá, Os Sussexes ficaram sob proteção da Polícia Montada Real Canadense, por pedido da polícia metropolitana no Reino Unido. Em fevereiro, um mês após eles anunciaram sua saída da realeza, o Gabinete do Ministro da Segurança Pública do Canadá disse: "A assistência cessará nas próximas semanas, de acordo com a mudança de status".

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O Daily Mail disse no domingo, 29, que uma fonte real revelou que os Estados Unidos e o Reino Unido têm um acordo recíproco e antigo quando se trata de seguranças protegendo diplomatas e realezas, mas após os Sussexes deixarem a monarquia, Harry não é mais considerado "uma pessoa protegida internacionalmente". 

"Alguém vai ter que pedir ao Departamento do Estado, e finalmente, a decisão cabe a Donald Trump, pela assistência", disse a fonte. "Harry não pode viver nos EUA sem proteção armada".

A fonte ainda contou que se Trump se recusar, o Duque e a Duquesa "teriam que pagar por segurança privada ou o Reino Unido vai continuar a arcar com as contas". 

Dominic Lipinski/PA Images via Getty Images; Larry Marano/Shutterstock

Antes de ser eleito presidente em 2016, e antes de Meghan entrar para família real, cujos membros não têm permissão para expressar opiniões políticas em público, a ex-atriz era uma das maiores críticas ao líder republicano dos EUA.

Em uma aparição em 2016 no The Nightly Show com Larry Wilmore, ela chamou Trump de "divisivo" e "misógino" e disse que pode ficar no Canadá, onde filmou Suits, na época, se ele se tornasse presidente.

Em junho passado, Trump visitou o Reino Unido e se encontrou com membros da família real. Meghan, que estava de licença maternidade na época, não estava presente. Em uma entrevista gravada ao The Sun publicada dias antes, Trump foi perguntado se lamentava não poder conhecer a duquesa "porque ela não foi tão legal" com ele durante a campanha presidencial.

"Eu não sabia disso. Não, eu não sabia disso. Não, espero que ela esteja bem. Eu não sabia disso, não", disse ele. "Então, o que posso dizer? Não, eu não sabia que ela era desagradável."

Mais tarde, Trump twittou: "Eu nunca chamei Meghan Markle de 'desagradável'. Como inventado pela Fake News Media, eles foram pegos!"