Os novos episódios de Rotas do Ódio estão chegando! A 4ª temporada da série, que mostra o cotidiano da Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, já tem data de chegada.

A série chega ao Universal TV no dia 22 de março, às 23h. E o melhor? Os episódios ficarão disponíveis na plataforma do Universal Play, por 35 dias corridos a partir da estreia.

E enquanto o grande dia não chega, que tal conferir nosso bate-papo exclusivo com Mayana Neiva, que interpreta a delegada Carolina? A estrela revelou o que podemos esperar da nova temporada e deu detalhes sobre sua experiência na produção. Confira abaixo:

O que podemos esperar de sua personagem nos novos episódios?

Na 4ª temporada do Rotas temos muita ação, a Carolina muito mais observadora com uma série de realidades novas pra ela, toda essa questão da imigração e dos imigrantes ilegais, como ela começa a aprender esse mundo novo. Tem muita ação, novo companheiro, e muita coisa mudando. Tem amor na vida dela, tem tudo o que não teve nas outras temporadas. Tem o aparecimento do Tito, que deixa de ser falange e passa a ser parceiro dela como policial, algo que a choca bastante no começo. Tem muita reviravolta. 

Na sua opinião, qual a importância na nossa sociedade do tema que será discutido na nova temporada: um caso de homofobia contra um refugiado?

Muito grande, a gente vive tempos de intolerância, de muita imigração no mundo, então falar desses dois temas juntos tem uma relevância super atual. A série discute bem esses limites culturais, pessoais. Não só o crime, mas a intolerância como um todo. O estado que essas pessoas vivem, as microrrealidades políticas que a gente reforça. Se você comprar uma roupa num lugar mais barato, você não sabe se aquela loja sustenta um trabalho escravo. Essa temporada conta uma série de questões, principalmente dos bolivianos, como alguns deles de alguma maneira são escravizados, sem documento, dentro da indústria da moda. Um tema bem atual.

Rotas do Ódio, Universal TV

Divulgação/Universal TV

Você se inspirou em alguém para compor sua personagem Carolina?

Sim, me inspirei muito na Margarete Barreto, uma das primeiras delegadas que inspiraram também a Susanna na pesquisa dela. Posteriormente conheci também a Marcia Rendes, de Floripa, mas a Margarete é a minha maior referência, claro que livremente inspirado, mas com certeza, conversar com ela, entender o dia a dia foi muito forte pra mim. A preparação também inclui preparação física, de como entrar, do que fazer em casos da chegada da polícia em certos locais, tiroteios, uma série de questões físicas e práticas do dia a dia do policial. Mas toda a questão psicológica do dia a dia dessa delegada e do que ela de fato enfrenta e em que estado ela fica. Tudo foi muito importante, entender, conversar com a Margarete e me inspirar nela. 

Qual foi a cena mais difícil que você já gravou e por quê?

Algumas das sequências que a gente gravou, tipo a morte do Dime, o final da primeira temporada, que é feito pelo Michel Joelsas, foi bem difícil. Nessa sequência teve coisas novas pra ela, mas não diria difíceis. Ela começa a amar, se relaciona com um advogado com a justiça internacional, interpretado pelo Samuel de Assis, que foi bem legal. Acho que difíceis mesmo, tinha a questão de Heliópolis, da gente gravar muitas cenas no meio da comunidade com esquema de seguranças, no meio das casas, teve uma questão física. Mas psicológica talvez teve a morte do Dime, foi uma coisa que me marcou bastante e foi bem difícil pra mim, o que mais de desafiou. 

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