Artistas feministas, Sally Nixon

Instagram/@sallustration

O Dia Internacional da Mulher é comemorado neste domingo, 8, e nada melhor do que celebrar a data com mulheres que fazem a diferença na luta pela igualdade de direitos entre gêneros e pela liberdade de expressão. 

Por isso, selecionamos artistas do mundo todo que usam seu talento para apresentar o feminismo de forma leve, cheia de bom humor e com mensagens diretas e retas contra o machismo. E o melhor? Elas representam a mulher como ela é. 

Veja a seguir:

Sally Nixon

A ilustradora norte-americana desenhou o cotidiano de uma mulher nos 365 dias do ano. O mais legal é que suas personagens são retratadas sem fazer pose, executando suas tarefas diárias como ler, comer uma torrada, fazer mercado, ou tomar banho. A artista inclusive chamou atenção da atriz Lena Dunham, que a incluiu em sua newsletter feminista Lenny Letter

Feminista Ilustrada

Através de seus desenhos, María Murnau e Helen Sotillo têm o objetivo de explicar o que é o feminismo e deixá-lo mais próximo do grande público, quebrando os preconceitos em torno do tema. Com mensagens diretas e claras e cheias de ironia, a dupla têm conquistado diversos seguidores em sua conta no Instagram.

Daiana Ruiz

A argentina encanta com suas cores e formas em um estilo único inconfundível. Ao ver uma de suas ilustrações, não resta dúvida de que elas pertendem à artista de Buenos Aires. Suas mulheres têm um olhar atual e quase sempre estão em movimento. Muitas delas usam looks fashionistas e estão fazendo as mais diversas atividades como tocar um instrumento, escrever e passear com seu cachorro. 

Daniela Crow

"Liberte os mamilos", "Meu corpo, minhas decisões", são algumas das frases que podemos ler nas ilustração da artista no Instagram. Seus desenhos mostram mulheres reais, de todas as cores, corpos e etnias e ilustram a mulher atual, que não depila a perna se ela não quiser, que se sente livre para amar e luta contra os preconceitos. 

Fabiane Langona

Usando o pseudônimo de Chiquinha, a brasileira faz sucesso por sua tira no jornal Folha de São Paulo, Viver Dói. A artista teve que lutar contra o machismo no mundo dos quadrinhos e falou sobre o preconceito na carreira: "No começo, eu me sentia muito isolada, não apenas no meio das histórias em quadrinhos, mas principalmente no mundo do humor, que é visto como algo muito pesado ou agressivo. As pessoas não vêem como um meio no qual as mulheres possam atuar, já que são seres delicados, meigos e sensíveis", disse ela ao site do RFI. 

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