Taylor Swift abriu de vez o jogo sobre todos os rumores que cercam sua batalha musical. Em nova entrevista para a Billboard, da qual também é capa da revista, Taylor revela o quanto ela lutou para ser dona de seu trabalho.

Como os fãs podem se lembrar, a cantora, nomeada artista da década, entrou em guerra com Scott Borchetta, dono da sua antiga gravadora Big Machine Records, e Scooter Braun, sobre o direito de seus álbuns.

No início do ano, a loira foi ao Tumblr e desabafou sobre Braun ter adquirido a Big Machine e todos os seus seis premiados discos. Em sua mensagem, Taylor – que agora possui contrato com a Republic Records e Universal Music Group – disse que se sentiu "triste e enojada" com o ato coordenado por Borchetta.

"Durante anos, perguntei, implorei a chance de ser dona do meu trabalho. Em vez disso, tive a oportunidade de assinar com a ‘Big Machine Records' e ‘ganhar' um álbum de cada vez, um para cada novo que eu fizesse", explicou ela. "Afastei-me porque sabia que, uma vez assinado o contrato, Scott Borchetta venderia a gravadora e assim, eu e meu futuro".

Agora, em sua entrevista para a Billboard, Taylor conta os detalhes do seu drama musical envolvendo os empresários.

A musa contou o motivo de querer falar sobre as injustiças do setor e esclareceu, mais uma vez, que não teve a oportunidade de comprar seus álbuns.

"Passei 10 anos da minha vida tentando rigorosamente comprar meus discos imediatamente e, depois, me foi negada a oportunidade, e eu só não quero que isso aconteça com outro artista se eu puder ajudar", disse a estrela. "Quero, pelo menos, levantar a mão e dizer: ‘Isso é algo que um artista deve conseguir recuperar ao longo do contrato – não como uma manobra de renegociação – e algo que os artistas talvez devam ter o direito primeiro da recusa da compra".

"Deus, eu teria pago tanto por eles!", disse Taylor, referindo-se aos seus álbuns. "Qualquer coisa para possuir meu trabalho era uma opção de venda, mas não me foi dada".

Taylor Swift, Billboard

Sami Drasin

Embora não seja a dona das suas antigas músicas, a cantora ainda as possui um pouco como compositora.

"Felizmente, há poder em escrever sua música. Toda semana, recebemos uma dúzia de solicitações de sincronização para usar ‘Shake it Off' em algum anúncio ou ‘Blank Space' em algum trailer de filme, e dizemos não a cada um deles", disse a estrela. "E a razão pela qual estou gravando minha música no próximo ano é porque eu quero que minha música continue viva. Eu quero que seja nos filmes, eu quero nos comerciais. Mas eu só quero isso se eu as possuir".

Em 2020, Taylor dará início ao seu Lover Fest, que tem duas datas no Brasil e pouquíssimas datas ao redor do mundo. Quanto à razão por trás da abordagem dessa turnê, Taylor foi sincera.

"Este é um ano do qual tenho que estar com a minha família – há muitos pontos de interrogação no próximo ano, então eu queria ter a certeza de que poderia ir para minha casa".

A cantora, que completará 30 anos no dia 13 de dezembro, ainda foi questionada sobre o conselho que daria para a Taylor mais jovem.

"Oh, Deus – eu não me daria nenhum conselho. Eu teria feito tudo da mesma maneira", mandou ela. "Porque até as coisas realmente difíceis pelas quais passei me ensinaram coisas que eu nunca teria aprendido de outra maneira. Realmente aprecio minha experiência, os altos e baixos. E talvez isso pareça ridiculamente zen, mas... Eu tenho amigos que gostam de mim pelas razões certas. Tenho minha família. Tenho meu namorado. Tenho meus fãs. Tenho meus gatos".

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