Débora Nascimento fala sobre relação com ex, José Loreto

"É o pai da minha filha e será para sempre alguém que eu vou ter contato"

por Fernanda Basso 21 out, 2019 15:24Tags
Recomendado para você: Débora Nascimento fala sobre relação com ex, José Loreto

Débora Nascimento, que tem um novo namorado para chamar de seu, provou que depois do turbilhão, vem a calmaria... E agora, depois da separação polêmica de José Loreto, Débora fala como está a relação com o ex-marido em entrevista ao GShow.

"De muito respeito. É o pai da minha filha e será para sempre alguém que eu vou ter contato. Desejo o melhor para ele, porque reverbera completamente na minha filha. Somos adultos e sei muito bem o que é melhor para a minha filha", disse.

A atriz também deu um conselho para quem passou pela mesma situação que ela: "Não fuja do que você está sentindo. A dor e o ressentimento é genuíno. Fico até emocionada (pausa), porque eu nunca esperei ser exemplo de nada. Isso aconteceu na minha vida e a única coisa que eu tinha que fazer era sobreviver e tentar ser feliz, por mim e pela minha filha. Não tinha outra opção a não ser seguir. Não ia me fazer de vítima ou fazer a minha filha sofrer. Vivi a dor e o luto de uma relação. Fiquei mal, triste, mas tive a consciência de que aquilo iria passar".

leia também
Débora Nascimento posa pela primeira vez com namorado

Quando questionada sobre o papel da sua filha na sua recuperação, a atriz foi categórica: "Pensava muito na amamentação e tinha consciência de que poderia afetar. Era consciente da minha tristeza, mas que ela iria só até um lugar, porque não deixaria aquele sentimento me levar para o lado ruim, porque isso iria afetar a minha filha e eu não permitiria isso. A minha força foi sendo construída diariamente no acordar, ir para o trabalho (na época, estava no ar em Verão 90) feliz, sim! Porque amo fazer o que eu faço e ninguém iria tirar isso de mim".

Débora também contou que quando virou modelo demorou para entender a própria beleza e acabou tendo bulimia: "O mercado começou a me achar bonita, mas gorda. E isso uma menina de 15 anos que não estava gorda! E mesmo que se estivesse, não era assim para ser tratado e cuidado. E foi aí que desenvolvi o distúrbio, porque ter a minha independência financeira era muito importante. Fazia de tudo para continuar trabalhando e ser aceita naquele lugar. E isso foi me afetando. Isso acontece muito, ainda mais nessa faixa etária. A minha mãe começou a perceber que eu estava desmaiando muito e teve esse cuidado de parar e me observar. Me deu a atenção que eu precisava. Foi crucial para eu sair sem grandes problemas físicos de saúde, graças a Deus. Até hoje ela me liga para saber se estou comendo (risos)".