James Franco está enfrentando novas acusações de assédio sexual pela segunda vez em dois anos.

Em janeiro de 2018, cinco mulheres, que eram estudantes dele, falaram sobre a experiência de tê-lo como professor de atuação. No artigo publicado no jornal Los Angeles Times, as estudantes disseram que Franco saia do set frustrado quando qualquer atriz se recusava a tirar a camiseta em uma cena. Uma delas afirmou: "Eu senti que eu fui selecionada por algo baseado no meu trabalho e no meu mérito, e quando eu me toquei que era porque eu tenho [seios] bonitos, ficou bem claro que não era o caso".

No fim, nenhuma das mulheres foram atrás de processar o astro, na verdade elas querem um pedido de desculpas e uma troca.

Porém, nem dois anos se passaram e duas estudantes, Sarah Tither-Kaplan e Toni Gaal, estão processando Franco por "ter comportamento inapropriado com estudantes" e "oferecer oportunidades de papéis em projetos" em troca de sexo.

Não só as mulheres acusaram Franco desses comportamentos, como elas também afirmaram que os parceiros dele, Vince Jolivette e Davis Jay, participaram. Elas dizem que havia um "ambiente de assédio e exploração tanto dentro quanto fora de aula" na escola Studio 4, que foi fechada.

No processo há detalhes sobre o custo da aula, o processo de seleção e o abuso com as estudantes. Na verdade, os documentos da corte revelam que as que se aplicavam para as aulas de cenas de sexo tinham que assinar um documento permitindo que elas fossem gravadas. Se elas aceitassem, Glass e Tiether-Kaplan afirmaram que "jovens" garotas eram "pressionadas constantemente a simular sexo em cenas que são bem mais pesadas do que as da indústria".

E, assim como elas disseram na primeira acusação, Franco tirava o plástico que protegia as partes íntimas das estudantes quando ele simulava sexo oral nelas. O advogado de Franco na época, Michael Plonsker, negou todas as acusações.

Vince Jolivette, o co-criador da escola também disse que os professores eram "bem profissionais" e que havia um feedback "positivo" dos estudantes.

James Franco

Frank Lewis/startraksphoto.com

O próprio James falou sobre as acusações em 2018. Na época, ele disse que elas "não eram reais", mas admitiu que "há a necessidade de uma conversa".

"Na minha vida, eu me orgulho de me responsabilizar pelas coisas que eu fiz. Eu tenho que fazer isso para manter o meu bem estar", disse Franco. "Eu faço isso sempre que eu sei que há algo errado ou algo tem que ser mudado. As coisas que eu li no Twitter não são reais, mas eu apoio totalmente as pessoas falarem sobre o que quiserem, porque elas foram silenciadas por muito tempo. Então, eu não quero ofender elas de nenhuma maneira".

Porém, agora o ator está se defendendo. O advogado dele disse para o E! News que as acusações "já foram desmentidas".

Além disso, de acordo com o processo, as mulheres também querem uma quantia em dinheiro e a destruição de qualquer gravação das aulas do Studio 4.

Em um comunicado para o E! News, o advogado das duas disse "elas estão fazendo esse processo para dar um fim na relação abusiva de poder que existe não só em Hollywood, mas na sociedade em geral. James Franco e seus sócios abusaram excepcionalmente do poder que eles tinham sob essas mulheres. Eles prometeram entregar uma aula de atuação, mas só colocaram elas em uma condição depreciativa".

O E! News pediu para o advogado e o representante de James comentarem novamente, mas não obteve resposta.

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