Billie Eilish, que ama usar looks bem largos e despojados, falou sobre suas batalhas contra a ansiedade e depressão. Em entrevista a Rolling Stone, Billie se abriu sobre sua saúde mental e o lado difícil da fama. 

A estrela começou a enfrentar dificuldades de saúde mental depois de entrar em uma companhia de dança competitiva aos 12 anos, onde lutava com a insegurança e dismorfia corporal. "Eu não conseguia olhar no espelho", disse ela.

Porém, enquanto estava melhorando, a estrela sofreu uma lesão no quadril em uma aula de hip-hop, fazendo com que ela parasse de dançar e isso estimulasse a depressão. "Isso me mandou para um buraco. Eu passei por toda uma fase de autoflagelação - não precisamos entrar nisso. Mas a essência disso foi que eu senti que merecia sentir dor", disse ela à revista.

"Quando alguém pensa em Billie Eilish aos 14 anos, pensa em todas as coisas boas que aconteceram. Mas tudo o que consigo pensar é como eu me sentia infeliz. Completamente perturbada e confusa. Dos 13 aos 16 foi bem difícil", admitiu ela. 

"Às vezes vejo garotas nos meus shows com cicatrizes nos braços e isso parte meu coração", disse ela à revista. "Eu não tenho mais cicatrizes porque foi há muito tempo. Mas eu disse a alguns deles: 'Apenas seja gentil com você mesmo.' Porque eu sei, eu passei por isso".

Billie Eilish, Rolling Stone, August 2019

Petra Collins/Rolling Stone

A cantora admitiu ao repórter que na época em que foi feita parte de sua entrevista, ela estava passando por uma das "semanas mais difíceis que já tive. Eu nunca senti mais sem esperança na minha vida". Ela revelou que teve ataques noturnos de pânico, algo que ela não havia sofrido antes. "Eu chorei por duas horas todas as noites. Foi muito, muito ruim", disse ela à Rolling Stone.

Felizmente, a cantora contou que ela está "bem agora", e os ataques foram resultado de sua atual turnê When We All Fall Asleep, que começou em abril e vai até novembro.

"Eu simplesmente não aguentava o fato de ter que partir de novo", explicou ela. "Parecia um limbo interminável. Como se não houvesse fim à vista. E, quero dizer, é verdade: realmente não há fim à vista com as turnês... Pensar nisso literalmente me fez vomitar... isso não acontece com frequência, mas eu vomitei duas vezes da ansiedade".

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