A Polícia de São Paulo decidiu não indiciar o jogador Neymar pela acusação de estupro feita pela modelo Najila Trindade. Nesta terça-feira, a delegada Juliana Bussacos, da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, explicou que viu ausência de elementos para o indiciamento de Neymar.

"Ao longo da investigação, a noticiante foi ouvida três vezes, o investigado foi ouvido uma vez e 12 testemunhas relacionada ao fato", disse Bussaco, em entrevista coletiva, segundo o UOL.

"Foram juntas aos atos do inquérito policial o laudo sexológico, o exame de corpo de delito indireto, a ficha de atendimento médico, a ficha de atendimento médico do ginecologista particular. Além do laudo do celular que a vítima nos entregou e o laudo do tablet entregue pelo ex-companheiro dela. Concluí a investigação ontem e deliberei por não indiciar o investigado por ausência de elementos suficientes para tanto".

A delegada explicou que "tinham coisas pendentes, como as fichas e imagens de Paris", ou seja, onde o crime teria acontecido.

"Verifiquei que não se tratava de uma prova imprescindível para a conclusão do inquérito policial", disse Bussacos.

O Ministério Público terá 15 dias para tomar as providências sobre o inquérito do caso, aberto após o boletim de ocorrência feito por Najila, no dia 31 de maio.

Para quem não se lembra, a modelo contou que conheceu o craque no Instagram, passou a falar com ele no WhatsApp e recebeu o convite dele para ir à Paris. No entanto, ela alegou que Neymar estava alterado e fez sexo contra a sua vontade, sem o uso de preservativo. Além disso, a loira contou que foi agredida.

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