Ashton Kutcher, que atropelou fã por acidente, é esperado para depor contra Michael Gargiulo, mais conhecido como o "estripador de Hollywood". O assassino foi acusado de matar a estudante de moda Ashley Ellerin, de 22 anos, que namorava Ashton na época. 

O ator é uma testemunha crucial no caso de Michael, que está enfrentando duas acusações de assassinato e uma acusação de tentativa de homicídio. Segundo relatos, o depoimento do ator poderia ajudar a estabelecer uma linha do tempo dos eventos que se desdobraram na noite em que Ashley foi esfaqueada 47 vezes.

Na noite da morte de Ellerin, ela e Ashton planejavam ir a uma festa do Grammy, em 2001. Vários veículos afirmaram que a estrela escolheu ir a uma festa de exibição de sua série, mas o convite nunca foi estendido para a jovem de 22 anos, que ele namorou por pouco tempo. 

Em seu depoimento, Ashton alega que teve que ligar para a jovem diversas vezes, mas ela nunca atendeu. Já que eles tinham planejado ir a festa juntos, Ashton disse que decidiu ir até seu apartamento em Hollywood para ver se ela estava em casa. Ao chegar ao pequeno bangalô amarelo por volta das 22h45, o ator bateu na porta e não teve resposta. Ele revelou que espiou dentro de uma janela, o que lhe permitiu ver o que parecia ser uma poça de vinho derramado - isso mais tarde se revelou ser o sangue de Ashley.

Ashton diz que ele saiu da residência, apesar do carro dela estar na entrada da garagem, deixando que a amiga que morava com Ashley fizesse a terrível descoberta.

O assassinato ficou sem solução por sete anos. Mais tarde, os detetives conseguiram conectar sua morte com a de Maria Bruno, de 32 anos, bem como com a tentativa de assassinato de Michelle Murphy, em 2008.

Foi o ataque a Murphy que levou os investigadores até Ashley. Durante o ataque, Michael invadiu a casa de Michelle, que estava dormindo, antes de subir em cima dela e esfaquea-la diversas vezes. Felizmente, a vítima foi capaz de tirar o agressor de cima dela, fazendo com que ele se cortasse. O sangue que espirrou da ferida, foi mais tarde encontrado pelos detetives na cena do crime. 

Segundo a Associated Press, via The New York Times, "Um dos advogados de Michael disse que ele nega qualquer envolvimento nos assassinatos e que apesar de viver perto das vítimas, isso não o torna culpado". 

Como conclusão do julgamento, Michael será mandado de volta a Illinois onde vai enfrentar acusações de assassinato por sua suposta primeira vítima, Tricia Pacaccio.

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